Mais um dia de estudos!
E ainda sim, sem tempo suficiente para tudo o que era necessário...
Daqui a pouco estou voltando para as minhas contas de novo. São apenas 8 horas, tenho ainda a madrugada inteira se eu quiser. Talvez reclamar do tempo agora não seja uma boa idéia.
Nem ao menos discursar sobre qualquer tema.
Pensando bem, nem estar neste momento aqui.
Sunday, May 29, 2005
Saturday, May 28, 2005
Cliche - QUANTO TEMPO!!!!
Uau, cliche é apelido, basta ficar um tempinho sem escrever que lá vem o: a quanto tempo não escrevo aqui!! Pois é, mas é isso mesmo.
Na verdade não sei bem, porque estou me sentindo um tanto estranho, como se livre de sentimentos, talvez por ter estado o dia inteiro estudando e pensando nas energias livres dos potências termodinâmicos, ou por ter recebido um não a um pedido...
Essa faculdade ainda acaba com o pouco de neurônios que me restam... Muita coisa para um ser humano ínfimo como eu... oras oras, não estou conseguindo me desvencilhar destes probleminhas, não consigo dar continuidade nas minhas leituras, mal consigo manter meus olhos abertos quando estou na cama... Mas é sempre assim mesmo, semana de provas, chegamos ao limite, todo o limite que o corpo e a mente suportarem. E o tempo anda passando bem depressa.
Olha aí, já cansei de escrever, realmente tem algo acontecendo comigo e eu acho que é sono rs.
Boa noite.
Na verdade não sei bem, porque estou me sentindo um tanto estranho, como se livre de sentimentos, talvez por ter estado o dia inteiro estudando e pensando nas energias livres dos potências termodinâmicos, ou por ter recebido um não a um pedido...
Essa faculdade ainda acaba com o pouco de neurônios que me restam... Muita coisa para um ser humano ínfimo como eu... oras oras, não estou conseguindo me desvencilhar destes probleminhas, não consigo dar continuidade nas minhas leituras, mal consigo manter meus olhos abertos quando estou na cama... Mas é sempre assim mesmo, semana de provas, chegamos ao limite, todo o limite que o corpo e a mente suportarem. E o tempo anda passando bem depressa.
Olha aí, já cansei de escrever, realmente tem algo acontecendo comigo e eu acho que é sono rs.
Boa noite.
Tuesday, May 03, 2005
A dócil
A dócil,
Este livro não me causou tanta impressão quanto os que eu li anteriormente do Dostoivski, não sei se é por causa de meu estado de espírito, ou porque realmente não me impressionaria de qualquer maneira. A história é forte e o apelo sentimental é grande, mas não tão grande quanto os anteriores, isto é fato.
Um relacionamento estranho, um amor estranho, onde palavras não haviam por puro orgulho, por puro egoísmo, ele a deixou assim e ela achou que fosse para sempre ficar assim... e tudo mudou, seu ultimo desespero desenfreado de reverter a situação, resultou na morte de sua amada...
Ele a assustou, quem sabe?
Ela era muito jovem, uma menina, e ele, velho demais... Mas no fim ele percebeu que a perderia, no fim, tarde demais....
A juventude que nos impulsiona tanto, tudo novidade, tudo são novas coisas, novos sentimentos e nova vida, e cada dia um pedaço da beleza de outrora se despedaçando, e no fim, doente demais para voltar.
Na verdade, ninguém poderia saber o que ela pensava, o que passava por sua cabeça.
Este livro não me causou tanta impressão quanto os que eu li anteriormente do Dostoivski, não sei se é por causa de meu estado de espírito, ou porque realmente não me impressionaria de qualquer maneira. A história é forte e o apelo sentimental é grande, mas não tão grande quanto os anteriores, isto é fato.
Um relacionamento estranho, um amor estranho, onde palavras não haviam por puro orgulho, por puro egoísmo, ele a deixou assim e ela achou que fosse para sempre ficar assim... e tudo mudou, seu ultimo desespero desenfreado de reverter a situação, resultou na morte de sua amada...
Ele a assustou, quem sabe?
Ela era muito jovem, uma menina, e ele, velho demais... Mas no fim ele percebeu que a perderia, no fim, tarde demais....
A juventude que nos impulsiona tanto, tudo novidade, tudo são novas coisas, novos sentimentos e nova vida, e cada dia um pedaço da beleza de outrora se despedaçando, e no fim, doente demais para voltar.
Na verdade, ninguém poderia saber o que ela pensava, o que passava por sua cabeça.
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