A consumação da revolta. Mais uma vez tudo pode e precisa ser dito e todo esse sentimento não só entendido como vivido também.
A questão hoje é uma revolta social, com o nosso querido presidente que é burro e pode com seus atuais projetos provocar uma involução social, se hoje o brasileiro já não é interessado em cultura, limitar o que vai ser mostrado é pior ainda.
Essa que eu soube do Itamaraty não exigir mais o inglês para ser diplomata passou dos limites, nosso representante no exterior sem saber uma palavra de inglês, isso pode ser imaginado? ahh sim o argumento de que isso é um fator limitante e que todos deveriam ter acesso a esse cargo, não é questão de limitar o acesso ao cargo, mas imagina-se num país onde você tem como trabalho entender as questões abordadas e que você tenha que entendê-las para que possa fazer seu papel de representante de seu país, sem saber falar uma palavra de inglês a língua oficial dos negócios, imagina um diplomata com um tradutor a tira colo, no mínimo o presidente enlouqueceu porque ele próprio não sabe falar inglês, e será que sabe o português.
Não dá também a cultura e a reportagem que acabei de ler, sobre picolés de chuchu, tudo sem sabor algum credo, e é isso que movimenta a massa, todas as paradas de sucesso sem o mínimo de sabor, o interesse sempre e inato pelas coisas banais, podemos esperar a evolução desta maneira?
Também não adianta falar, não adianta reclamar, as coisas precisam ser feitas, ter uma visão quase sobre humana do que está acontecendo e ficar calado. Igual a tudo na vida, olhar e ficar calado olhar e ficar parado, esperando as horas passar.
Não, não mesmo, minha cabeça está com um turbilhão de idéias que mal consigo organizar, e tudo está se misturando as idéias estão todas misturadas, mas a revolta está dentroe não se apaga.
Fazer acontecer, no filme de ontem o protagonista não conseguia se livrar de tudo o que havia entrado na vida dele, o psicanalista que nunca o ajudou, o empresário que não era bom e a namorada que já não estava mais apaixonada, a confiança e apoio de um agente externo o fez mudar, mas então porque precisamos disso? de um apoio externo, de alguém que nos diga o que fazer... mas precisamos disso? não deveríamos precisar disso. A admiração dele por seu amigo que fazia as coisas acontecerem que corria o risco de apanhar e ser preso, mas não ficava calado diante da injustiça. Acho que esta foi uma das partes que mais me chamou a atenção no filme e não ele ter citado alguém que lê dostoiveski como alguém culto, e ninguém ao menos se interessa, o que dá dinheiro? aquilo que faz as pessoas rirem... igual a tudo na vida, interessante.
Wednesday, January 26, 2005
Wednesday, January 19, 2005
Procrastinação
Procrastinação, uma palavra nova.
Aprendi essa palavra hoje, não lembro de tê-la visto antes e quando dei por mim já estava procurando seu significado em toda a internet. Vamos explicar um pouquinho o que é essa palavra:
"A procrastinação consiste em atrasar ou adiar sistematicamente a realização de atividades
relevantes."
Artigo:
"Qualquer tipo de procrastinação envolve a decisão de adiar. Esta decisão pode levar a um alívio
temporário imediato, mas a médio ou longo prazo pode conduzir a uma baixa sensação de auto-eficácia, sentimentos de culpa, inadequação, autodepreciação, depressão, incerteza, ansiedade, para além das consequências adversas que advêm da não realização das tarefas (oportunidades desperdiçadas, fraco desempenho; notas baixas, aumento do stress, sensação de falta de domínio ou controle, etc.). Os resultados da procrastinação podem facilmente interferir com sucesso acadêmico e pessoal das pessoas em geral e dos estudantes em particular. "
Adoro aprender, adoro palavras novas, outro dia também aprendi uma palavrinha nova, a palavra é bufarinheiro (essa sim tenho certeza de nunca ter visto antes), e essa palavra eu também já andei usando por aí, assim como a de hoje.
Só acho que a de hoje, pelo que eu entendi é muito mais que uma palavra, é todo um conceito por trás de uma palavrinha que a maioria das pessoas (tenho certeza) não conhecem (eu testei!).
Aprendi essa palavra hoje, não lembro de tê-la visto antes e quando dei por mim já estava procurando seu significado em toda a internet. Vamos explicar um pouquinho o que é essa palavra:
"A procrastinação consiste em atrasar ou adiar sistematicamente a realização de atividades
relevantes."
Artigo:
"Qualquer tipo de procrastinação envolve a decisão de adiar. Esta decisão pode levar a um alívio
temporário imediato, mas a médio ou longo prazo pode conduzir a uma baixa sensação de auto-eficácia, sentimentos de culpa, inadequação, autodepreciação, depressão, incerteza, ansiedade, para além das consequências adversas que advêm da não realização das tarefas (oportunidades desperdiçadas, fraco desempenho; notas baixas, aumento do stress, sensação de falta de domínio ou controle, etc.). Os resultados da procrastinação podem facilmente interferir com sucesso acadêmico e pessoal das pessoas em geral e dos estudantes em particular. "
Adoro aprender, adoro palavras novas, outro dia também aprendi uma palavrinha nova, a palavra é bufarinheiro (essa sim tenho certeza de nunca ter visto antes), e essa palavra eu também já andei usando por aí, assim como a de hoje.
Só acho que a de hoje, pelo que eu entendi é muito mais que uma palavra, é todo um conceito por trás de uma palavrinha que a maioria das pessoas (tenho certeza) não conhecem (eu testei!).
Tuesday, January 18, 2005
Ruim
Escrevo principalmente quando a tristeza abate, quando me sinto só e perdida no meu mundo e em meus pensamentos, e as vezes isso tudo parece que vai me engolir e sugar, todo o meu sangue e toda a minha alma. Observar que a maioria dos mais belos escritos foram feitos tomados de dor, as mais belas canções foram feitas na tristeza absoluta. O sentimento profundo, do amor vem junto com o da dor, e como sofremos com isso.
Os fantasmas do passado estão a espreita de nos acorrentar, principalmente nesses momentos de fragilidade.
Como eu sou egoísta, você não faz idéia do quanto sou, de como a humanidade por vezes não faz sentido e eu me desespero ao não saber se ao menos minha parte estou cumprindo. Ou seria melhor, estou realmente me importando em cumprir a minha parte?
Os fantasmas do passado estão a espreita de nos acorrentar, principalmente nesses momentos de fragilidade.
Como eu sou egoísta, você não faz idéia do quanto sou, de como a humanidade por vezes não faz sentido e eu me desespero ao não saber se ao menos minha parte estou cumprindo. Ou seria melhor, estou realmente me importando em cumprir a minha parte?
Monday, January 17, 2005
Dia de aniversário em casa
Hoje é dia de bolo em casa, meu irmão está completando 14 aninhos de vida e está muito feliz com isso! Isso é bom, claro que é, em casa sempre demos muita importância a essa data em especial: O Aniversário.
Eu também sou assim, fico contando os dias em regressão para o meu aniversário, mas esse ano até agora não, parece que ando meio desanimada com isso, sei lá, talvez esteja perdendo a importância, o fato de eu estar fazendo 23 anos, ficando mais velhinha sei lá, mexe com a cabeça. Também me preocupo bastante com a idade que o meu irmão está e o vejo, ontem mesmo eu o vi, como uma verdadeira criança, nunca vi alguém mais criança que meu irmão, engraçado, até meu primo que é mais novo que ele (fará 13 anos no próximo dia 21) é mais adulto que meu irmão. Isso as vezes me preocupa, ele também não gostar de estudar nem nada dessas coisas também me preocupa muito... suas brincadeiras infantis.
Nessa idade eu já era bem madura... talvez eu tenha crescido rápido demais, talvez hoje eu seja velha demais para a minha idade e me preocupo demais... uh acho que estou precisando relaxar um pouquinho ao menos, ainda estou nessa idade aí de ouro, onde os erros poderiam ser atríbuidos a cabeça de vento própria da idade... sei lá.
Eu também sou assim, fico contando os dias em regressão para o meu aniversário, mas esse ano até agora não, parece que ando meio desanimada com isso, sei lá, talvez esteja perdendo a importância, o fato de eu estar fazendo 23 anos, ficando mais velhinha sei lá, mexe com a cabeça. Também me preocupo bastante com a idade que o meu irmão está e o vejo, ontem mesmo eu o vi, como uma verdadeira criança, nunca vi alguém mais criança que meu irmão, engraçado, até meu primo que é mais novo que ele (fará 13 anos no próximo dia 21) é mais adulto que meu irmão. Isso as vezes me preocupa, ele também não gostar de estudar nem nada dessas coisas também me preocupa muito... suas brincadeiras infantis.
Nessa idade eu já era bem madura... talvez eu tenha crescido rápido demais, talvez hoje eu seja velha demais para a minha idade e me preocupo demais... uh acho que estou precisando relaxar um pouquinho ao menos, ainda estou nessa idade aí de ouro, onde os erros poderiam ser atríbuidos a cabeça de vento própria da idade... sei lá.
Thursday, January 13, 2005
Digno de nota
Para quem nunca leu Dostoievski pode ser que estranhe o que agora eu vou confessar, mas sem vergonha nenhuma eu o faço.
Primeiro é preciso explicar seu estilo de escrita:
"É um estilo de escrita inconfundível, distingue-se por uma tensão nervosa exacerbada, por uma espécie de vibração interior. Os protagonistas são doentes ou loucos, sempre fora da normalidade. São personagens que vivem numa crise contínua; no seu interior produz-se uma dramática luta entre as forças do bem e do mal. Com frequência o protagonista, humilhado sob o peso das injustiças sociais, mostra-se a si mesmo como um bufarinheiro e parece experimentar um prazer mórbido na sua decadência. Nesta situação é objeto de visões e alucinações que dão ao relato um tom vibrante. O envelhecimento da pessoa, o pecado e a redenção são outros tantos aspectos sempre presentes na obra de Dostoievski."
Bem, li em 5 dias um livro dele chamado Humilhados e Ofendidos (com cerca de 300 páginas) esse livro me consumiu e me sugou, é o terceiro livro dele que eu leio e me causa a mesma sensação. Mas este de maneira impressionante me fez chorar nas páginas finais. Surpreendendo a mim mesma, uma sensibilidade impressionante. Talvez eu não poderia apenas atribuir as páginas finais tanto melodrama, simplesmente não levando em consideração meu estado atual. Não sei ao certo, posso chorar com uma certa facilidade.... afinal de contas sou mulher!
Pensando bem, maldito livro não me deixou dormir.. rs e agora tudo fica confuso.
Primeiro é preciso explicar seu estilo de escrita:
"É um estilo de escrita inconfundível, distingue-se por uma tensão nervosa exacerbada, por uma espécie de vibração interior. Os protagonistas são doentes ou loucos, sempre fora da normalidade. São personagens que vivem numa crise contínua; no seu interior produz-se uma dramática luta entre as forças do bem e do mal. Com frequência o protagonista, humilhado sob o peso das injustiças sociais, mostra-se a si mesmo como um bufarinheiro e parece experimentar um prazer mórbido na sua decadência. Nesta situação é objeto de visões e alucinações que dão ao relato um tom vibrante. O envelhecimento da pessoa, o pecado e a redenção são outros tantos aspectos sempre presentes na obra de Dostoievski."
Bem, li em 5 dias um livro dele chamado Humilhados e Ofendidos (com cerca de 300 páginas) esse livro me consumiu e me sugou, é o terceiro livro dele que eu leio e me causa a mesma sensação. Mas este de maneira impressionante me fez chorar nas páginas finais. Surpreendendo a mim mesma, uma sensibilidade impressionante. Talvez eu não poderia apenas atribuir as páginas finais tanto melodrama, simplesmente não levando em consideração meu estado atual. Não sei ao certo, posso chorar com uma certa facilidade.... afinal de contas sou mulher!
Pensando bem, maldito livro não me deixou dormir.. rs e agora tudo fica confuso.
Uma noite mal dormida
A tormenta de pensamentos que invadem os pensamentos e não permitem que o tão esperado sono vença o cansaço e te permita dormir o sono dos justos.
O choro guardado, a tristeza que espreita a cada instante e que uma hora ou outra vence o bom humor e se apossa do ser e não quer mais abandonar.
Preocupações com a vida no geral, o emprego, a família, o amor... tudo está abalado de uma maneira ou outra.
Notar que se trabalha em uma empresa que só causa descontentamento aos funcionários, estar imerso num mundo onde o jogo de interesses fala mais alto. Estar em casa e conviver com os problemas familiares, aparentemente insolúveis, uma preocupação constante com irmãos, vó e mãe. Um carinho tão grande por eles que não consegue manifestar, que não consegue dizer. Estar fechado no próprio mundo de fantasias e mentiras. A busca por um amor estranho, que não está presente quando mais se necessita, um sentir-se solitário, um prendimento cada vez maior. O questionamento quanto ao amor próprio. O perigo a espreita.
Um choro contido aflorando por tudo isso junto, uma tristeza por todos esses motivos juntos. E uma sensação estranha de uma noite não dormida, um cansaço de corpo e espírito. Uma sensação de impotência e vazio.
O choro guardado, a tristeza que espreita a cada instante e que uma hora ou outra vence o bom humor e se apossa do ser e não quer mais abandonar.
Preocupações com a vida no geral, o emprego, a família, o amor... tudo está abalado de uma maneira ou outra.
Notar que se trabalha em uma empresa que só causa descontentamento aos funcionários, estar imerso num mundo onde o jogo de interesses fala mais alto. Estar em casa e conviver com os problemas familiares, aparentemente insolúveis, uma preocupação constante com irmãos, vó e mãe. Um carinho tão grande por eles que não consegue manifestar, que não consegue dizer. Estar fechado no próprio mundo de fantasias e mentiras. A busca por um amor estranho, que não está presente quando mais se necessita, um sentir-se solitário, um prendimento cada vez maior. O questionamento quanto ao amor próprio. O perigo a espreita.
Um choro contido aflorando por tudo isso junto, uma tristeza por todos esses motivos juntos. E uma sensação estranha de uma noite não dormida, um cansaço de corpo e espírito. Uma sensação de impotência e vazio.
Monday, January 10, 2005
Imaginação
É realmente incrível o que somos capazes de imaginar, de maneira construtiva ou destrutiva sempre chegamos a conclusões precipitadas quando estamos apenas com os nossos pensamentos.
Costumo conversar comigo mesma, como se estivesse falando com outra pessoa, tudo o que estou pensando e sentindo naquele momento. Isso tanto pode me alegrar como me inflamar, o estado de espírito muda e de repente o mundo já não é mais o mesmo. As coisas mudaram e eu mudei, isso tudo por causa de um incidente que eu não fazia idéia do porque e na tentativa de entende-lo me inflamei, e desta vez, a imaginação foi destrutiva. Simplesmente porque me deixou chateada com a minha vida e com o que eu estou fazendo dela.
E mais uma vez eu estou aqui e é difícil acreditar em mim mesma, é dificil acreditar na tão sonhada felicidade, porque cada dia surgem os problemas e devemos lidar com eles a todo instante e é incrível também ter nosso humor mudado com tanta frequencia tendo que suportar a dor e a alegria em um espaço tão curto de tempo, esse é o coração que vive... A cada momento prestes a ter um infarto: esse é o meu coração.
As vezes o mundo parece sombrio e vem a sensação de vazio e vontade de absolutamente nada, não há vontade de sorrir ou de chorar, de fazer algo ou não, dizer ou nada dizer... nestas horas tanto faz, tudo tanto faz. Absolutamente tudo tanto faz. As brincadeiras não tem graça e eu não posso ver o sol, mas daqui a pouco o estado muda e as idéias claream e de repente o mundo pode continuar não fazendo sentido, mas estou sorrindo novamente, independente disso.
Acho que os pensamentos sombrios nunca me abandonarão, mas poderão exercer sua influência sobre mim, por um período menor. São apenas escolhas.
Costumo conversar comigo mesma, como se estivesse falando com outra pessoa, tudo o que estou pensando e sentindo naquele momento. Isso tanto pode me alegrar como me inflamar, o estado de espírito muda e de repente o mundo já não é mais o mesmo. As coisas mudaram e eu mudei, isso tudo por causa de um incidente que eu não fazia idéia do porque e na tentativa de entende-lo me inflamei, e desta vez, a imaginação foi destrutiva. Simplesmente porque me deixou chateada com a minha vida e com o que eu estou fazendo dela.
E mais uma vez eu estou aqui e é difícil acreditar em mim mesma, é dificil acreditar na tão sonhada felicidade, porque cada dia surgem os problemas e devemos lidar com eles a todo instante e é incrível também ter nosso humor mudado com tanta frequencia tendo que suportar a dor e a alegria em um espaço tão curto de tempo, esse é o coração que vive... A cada momento prestes a ter um infarto: esse é o meu coração.
As vezes o mundo parece sombrio e vem a sensação de vazio e vontade de absolutamente nada, não há vontade de sorrir ou de chorar, de fazer algo ou não, dizer ou nada dizer... nestas horas tanto faz, tudo tanto faz. Absolutamente tudo tanto faz. As brincadeiras não tem graça e eu não posso ver o sol, mas daqui a pouco o estado muda e as idéias claream e de repente o mundo pode continuar não fazendo sentido, mas estou sorrindo novamente, independente disso.
Acho que os pensamentos sombrios nunca me abandonarão, mas poderão exercer sua influência sobre mim, por um período menor. São apenas escolhas.
Wednesday, January 05, 2005
Dia sim dia não, algo faz sentido?
Os dias passam bem depressa e de repente quando nos damos conta já estamos com 10, 20, 30, 40 anos e nossa vida passa diante de nosso nariz. Bom ou ruim isso é fato, e o que podemos fazer? Nada, apenas viver, apenas viver esses minutos destes dias, para que? para que eles passem mais rápido não é verdade? chegamos desta maneira no fim de nossos dias no fim de nossa vida.
E depois? que depois? Não há depois, ao menos não conseguimos assimilar o que vem depois, mas o que importa? O que é agora? O que estamos fazendo agora? Nem ao menos isso conseguimos compreender.
As vezes nada faz sentido, mas as vezes tudo faz sentido. As vezes em certos dislumbres compreendemos tudo, mas jamais conseguiríamos transformar isso em palavras, a sensação é tão forte e tão intensa, conseguimos somente vislumbrar isso para daqui alguns instantes já não compreender o que isso significa. É isso assim é a vida e assim somos nós. Essa ansia de transformar sentimento em palavras, é deprimente... algum dia conseguiremos?
E depois? que depois? Não há depois, ao menos não conseguimos assimilar o que vem depois, mas o que importa? O que é agora? O que estamos fazendo agora? Nem ao menos isso conseguimos compreender.
As vezes nada faz sentido, mas as vezes tudo faz sentido. As vezes em certos dislumbres compreendemos tudo, mas jamais conseguiríamos transformar isso em palavras, a sensação é tão forte e tão intensa, conseguimos somente vislumbrar isso para daqui alguns instantes já não compreender o que isso significa. É isso assim é a vida e assim somos nós. Essa ansia de transformar sentimento em palavras, é deprimente... algum dia conseguiremos?
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